TÁ NA HORA DO GATO Nº1 (Gatos na História) - Allegro Santitando
ATENÇÃO! PREPAREM SEUS CÉREBROS PELUDOS! TÁ NA HORA DO GATO!
EU DISSE ATENÇÃO NESSES CÉREBROS PELUDOS! CONHECIMENTO FELINO ADIANTE!
SEUS CÉREBROS NÃO SERÃO PERDOADOS! OS GATOS OS ENCHERÃO DE ADMIRAÇÃO E AMOR! PREPAREM-SE PARA A HORA DO GATO!
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GATOS NA HISTÓRIA
Na Grécia Antiga, o gato foi associado à feminilidade, amor e prazer, os mesmos atributos de Afrodite. Também foi muito associado à deusa Ártemis, protetora das caçadas e da Lua.
Na cultura celta, a deusa Ceridwen está têm uma relação com o culto ao gato, por meio de seu filho Taliesin, o qual, em uma de suas reencarnações foi descrito como sendo um gato de cabeça sarapintada, a própria Ceridwen se transformava em uma gata.
Os antigos egípcios nutriam profundo respeito e admiração pelos gatos, que tornou-se sagrado, tendo sido associado à fertilidade e prosperidade, já que caçava ratos e protegia suas colheitas. É significativa a personificação da deusa Bastet, cuja iconografia é representada sempre com cabeça felina.
Na mitologia nórdica existe uma deusa denominada Freya que possui uma carruagem puxada por dois gatos, que representavam as qualidades da deusa: a fertilidade e a ferocidade.
Na Finlândia, havia a crença de que as almas dos mortos eram levadas ao além por meio de um trenó puxado por gatos.
A cultura islâmica relata várias associações entre os gatos e o profeta Maomé, a quem teriam inclusivamente salvo da morte, ao matar uma serpente que o atacava.
Na Ásia, os gatos foram venerados pelos primeiros budistas devido a sua capacidade elevada de auto-domínio e ao fato do animal apresentar capacidade de concentração semelhante à obtida por meio da meditação.
Na China, estatuetas de gatos eram utilizadas para afugentar maus espíritos. Esse povo acreditava na existência de dois tipos distintos de gatos: os bons e os maus, que podiam ser facilmente diferenciados, uma vez que os maus tinham duas caudas.
Os hebraicos têm uma lenda onde o gato teria sido criado por Deus dentro da Arca, quando Noé, preocupado com a proliferação dos ratos que se procriaram excessivamente na embarcação, implorou à Deus para que Ele providenciasse uma solução.
Os babilônios também possuíam uma lenda onde o gato teria surgido derivado do espirro de um leão.
Na América pré-colombiana, embora não houvesse gatos domésticos, os grandes felinos, como o puma e as onças, eram reverenciados como deuses. O jaguar era símbolo de extrema força e sabedoria. Alguns povos locais acreditavam que seus curandeiros se transformavam neste animal após a morte.
Na Grécia Antiga, o gato foi associado à feminilidade, amor e prazer, os mesmos atributos de Afrodite. Também foi muito associado à deusa Ártemis, protetora das caçadas e da Lua.
Na cultura celta, a deusa Ceridwen está têm uma relação com o culto ao gato, por meio de seu filho Taliesin, o qual, em uma de suas reencarnações foi descrito como sendo um gato de cabeça sarapintada, a própria Ceridwen se transformava em uma gata.
Os antigos egípcios nutriam profundo respeito e admiração pelos gatos, que tornou-se sagrado, tendo sido associado à fertilidade e prosperidade, já que caçava ratos e protegia suas colheitas. É significativa a personificação da deusa Bastet, cuja iconografia é representada sempre com cabeça felina.
Na mitologia nórdica existe uma deusa denominada Freya que possui uma carruagem puxada por dois gatos, que representavam as qualidades da deusa: a fertilidade e a ferocidade.
Na Finlândia, havia a crença de que as almas dos mortos eram levadas ao além por meio de um trenó puxado por gatos.
A cultura islâmica relata várias associações entre os gatos e o profeta Maomé, a quem teriam inclusivamente salvo da morte, ao matar uma serpente que o atacava.
Na Ásia, os gatos foram venerados pelos primeiros budistas devido a sua capacidade elevada de auto-domínio e ao fato do animal apresentar capacidade de concentração semelhante à obtida por meio da meditação.
Na China, estatuetas de gatos eram utilizadas para afugentar maus espíritos. Esse povo acreditava na existência de dois tipos distintos de gatos: os bons e os maus, que podiam ser facilmente diferenciados, uma vez que os maus tinham duas caudas.
Os hebraicos têm uma lenda onde o gato teria sido criado por Deus dentro da Arca, quando Noé, preocupado com a proliferação dos ratos que se procriaram excessivamente na embarcação, implorou à Deus para que Ele providenciasse uma solução.
Os babilônios também possuíam uma lenda onde o gato teria surgido derivado do espirro de um leão.
Na América pré-colombiana, embora não houvesse gatos domésticos, os grandes felinos, como o puma e as onças, eram reverenciados como deuses. O jaguar era símbolo de extrema força e sabedoria. Alguns povos locais acreditavam que seus curandeiros se transformavam neste animal após a morte.






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